A defesa do empresário Jamil Name solicitou a exclusão do desembargador aposentado, Abdalla Jallad, do rol de testemunhas, na ação penal que corre contra o chefe da milícia por crimes do sistema nacional de armas.
No documento encaminhado à 1ª Vara Criminal Residual da Comarca de Campo Grande, a defesa sustenta que o ex-magistrado foi incluído como testemunha “equivocadamente”.
Além de Jallad, os advogados de Jamil solicitaram oitivas com mais dois magistrados aposentados, Carlos Stephanini e Joenildo de Souza Chaves, que já presidiu o TJ, o médico Luis Antônio Simões, o empresário José Alberto Franco da Silva, os comerciantes Antônio Carlos de Alcântara e Márcio dos Santos Kutenberg, além do pecuarista Marcos Marcelo dos Anjos Martins, todos residentes de Campo Grande.
Os demais citados permanecem no rol de testemunhas.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Diretor do BC diz à PF que Master tinha só R$ 4 milhões em caixa

Gerente dos Correios é preso em flagrante por furto de mercadorias

Justiça de Paranaíba condena homem a 23 anos de prisão por estupro de vulnerável

Trabalho escravo e tráfico de pessoas fazem Justiça registrar alta histórica em 2025

TJMS revoga prisão de investigado por suposto estupro de vulnerável

Acusado de homicídio por espancamento em Campo Grande é condenado a 10 anos de prisão

Decisão sobre instância do caso Master sairá após inquérito, aponta Toffoli

TJ vê inconsistências em versões e absolve homem condenado por estupro em Ivinhema

Justiça declara nulo ato que efetivou Marquinhos Trad na ALEMS sem concurso público

O desembargador aposentado Abdala Jallad (reprodução)



