A defesa do empresário Jamil Name, preso por chefiar uma milícia que atuava em Mato Grosso do Sul, citou como testemunhas três magistrados aposentados, um médico, um pecuarista, dois comerciantes e um empresário.
Dos magistrados citados estão os três desembargadores aposentados pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS), Carlos Stephanini, ex-vice presidente do TJ; Abdalla Jallad, ex-presidente do TRT 24ª Região e Joenildo de Souza Chaves, que já presidiu o TJ.
Os demais citados foram: o médico Luis Antônio Simões, o empresário José Alberto Franco da Silva, os comerciantes Antônio Carlos de Alcântara e Márcio dos Santos Kutenberg, além do pecuarista Marcos Marcelo dos Anjos Martins, todos residentes de Campo Grande.
Com as “testemunhas” arroladas, a defesa pretende “provar” que a denúncia contra Jamil Name “divorciou-se totalmente das provas contidas no caderno inquisitorial, criando situações inexistentes, valorizando certos depoimentos e desprezando outros”.
O documento foi encaminhado para a 1ª Vara Criminal Residual da Comarca de Campo Grande.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

TJMS abre seleção de estágio com remuneração de até R$ 1.317 e prova on-line

Homem será indenizado em R$ 8 mil após ser banido de aplicativo de namoro em Campo Grande

Homem que tentou matar empresário a tiros em Campo Grande enfrenta júri nesta terça

Justiça fixa indenização a mulher furtada pelo ex-companheiro em Iguatemi

TJMS decide que maioridade não impede punição por ato infracional

TJ não aceita tese de 'acidente' e mantém condenação por feminicídio na Capital

TJMS mantém 51 anos de prisão a homem por estupro de enteados em Campo Grande

Justiça Itinerante funciona até às 11h30; veja a rota da semana

Acusado de violência doméstica é preso ao desrespeitar medida protetiva em Camapuã

Os desembargadores aposentados citados pela defesa, Carlos Stephanini, Abdalla Jallad e Joenildo de Souza Chaves (reprodução)


