Natthan Daniel da Silva, apontado como autor dos disparos que resultaram na morte de Diego Alves dos Reis da Silva, de 28 anos, em uma “adega” no bairro Jardim Vida Nova, em Campo Grande, teve o pedido de liberdade negado pela Justiça.
A decisão foi proferida pelo juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida, da 1ª Vara do Tribunal do Júri. O crime ocorreu na madrugada do dia 16 de março deste ano e, além da morte de Diego, outras pessoas teriam sido atingidas por disparos de arma de fogo, sobrevivendo por circunstâncias alheias à ação do investigado.
Ao analisar o pedido, o magistrado entendeu que não era o caso de concessão de liberdade. Na decisão, destacou que, “trata-se de crimes extremamente graves, praticados em local de grande movimento, o que demonstra o descaso do requerente com a ordem pública”.
Diante da negativa, a defesa de Natthan Daniel ingressou com um habeas corpus no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), onde o pedido de liberdade ainda será analisado por um desembargador. Enquanto isso, o acusado segue preso.
Vídeo do ataque:
JD1 No Celular
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Justiça confirma júri popular para acusados de matar travesti em presídio de Campo Grande

Ex-vice-presidente da OAB-MS fica fora de indiciamento em relatório da Operação Ultima Ratio

Pesquisa Veritá é impugnada e Justiça Eleitoral de MS proíbe divulgação

Justiça do Trabalho mantém condenação de frigorífico por acidente com empregado em MS

VÍDEO: Justiça absolve homem que atirou em réu durante júri para vingar morte do pai

Amigas de subtenente morta realizam caminhada contra o feminicídio na Capital

Justiça mantém sentença e obriga prefeitura a regulamentar auxílio-alimentação em 90 dias

Justiça mantém preso 'China', acusado de matar jovem com 13 tiros em Campo Grande

STJ: realização de exame de gravidez em menor sem responsável não gera indenização

Momento do crime - Foto: Arte / JD1 


