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João de Deus passa mal, é medicado e volta para prisão

O médium precisou realizar exames fora da unidade prisional

03 janeiro 2019 - 08h19Da Redação com G1    atualizado em 03/01/2019 às 08h46

O médium João de Deus recebeu alta médica na madrugada desta quinta-feira (3), após passar mal na prisão e ser encaminhado para o hospital. Ele apresentou sangramento na urina e, por isso, foi necessário fazer exames fora da unidade prisional. Depois do atendimento, voltou para o Núcleo de Custódia, onde está preso após denúncias de abuso sexual, as quais ele nega ter realizado.

João de Deus está preso desde o dia 16 de dezembro. Na tarde desta quarta-feira (2), ele apresentou sangramento ao urinar. Um médico do Complexo Prisional pediu exames e ele foi encaminhado em carros da escolta prisional para a Unidade de Pronto Atendimento do Parque Flamboyant, em Aparecida de Goiânia.

De lá, após ser examinado e medicado, foi encaminhado para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). De acordo com a unidade, ele passou por avaliação de equipe multidisciplinar e foi submetido a exames laboratoriais e de imagem.

“Os resultados dos exames não mostraram alterações que indicassem necessidade de internação hospitalar, por isso, o paciente recebe alta para acompanhamento ambulatorial na unidade de origem”, diz a nota do hospital.

Ele deixou a unidade de cadeira de rodas e foi colocado no carro da escolta prisional. Ele chegou ao Complexo Prisional às 0h23.

O médium tem 77 anos, sofre de problemas cardíacos e já fez tratamento para combater um câncer no estômago. O advogado Alex Neder, que integra a defesa, conta que acompanhou o médium no presídio durante toda esta tarde.

“Ele teve um sangramento na urina, mas já não vem se sentindo bem há alguns dias. Ele também relatou dor no estômago e tontura. Fizemos o requerimento para que ele fosse levado o mais rápido possível para fazer exames e o médico do Complexo Prisional também pediu exames com urgência”, contou.

O defensor afirmou que a família ficou muito preocupada ao saber da situação, que ele define como “precária”. “Não é o local adequado para que ele fique, principalmente agora, com o agravamento do estado de saúde dele”, completou.

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