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Laudo aponta que Gabrielly morreu em decorrência da agressão

Após dois meses, perícia concluiu que a doença autoimune somente agravou a lesão causada pela agressão fisica sofrida pela vítima

25 fevereiro 2019 - 12h50Graziella Almeida    atualizado em 25/02/2019 às 15h06

O laudo pericial que aponta a causa morte da menina Gabrielly Ximenes de Souza, de 10 anos, concluiu que a criança morreu em decorrência da agressão e agravante por uma imuno deficiência.

A pericia chegou a conclusão que Gabrielly era portadora de uma doença autoimune, porém a agressão física foi um dos principais fatores que levou a criança a morte. A lesão que estava concentrada no quadril teve uma rápida evolução, levando a criança a ter um trombo embolismo pulmonar seguido por artrite séptica.

Segundo a delegada titular da Delegacia especializada de atendimento à infância e juventude (Deaij), Ariene Murad, a hipótese de negligencia médica foi descartada e o perito foi extremamente cauteloso analisando todas as circunstancias prováveis de morte da criança. A conclusão do laudo demorou cerca de dois meses, pois foram coletados tecidos de cinco órgãos para que o resultado do exame fosse claro e minucioso.

A delegada relata laudo médico atual foi repassado a advogada da família, que vem acompanhando novas informações sobre o caso diariamente.

As adolescentes autoras do crime irão responder por lesão corporal dolosa, mas seguem aguardando por uma adequação da medida sócio-educativa enviada para o juiz da infância e juventude.

O caso

A menina Gabrielly Ximenes de Souza de 10 anos, morreu uma semana após ser agredida ao sair da Escola Estadual Lino Villachá, em Campo Grande. A criança levou mochiladas e chutes na região do quadril.

Gabrielly teria se desentendido com uma colega de sala, mas ao sair da escola foi surpreendida pela menina de 9 anos e a prima adolescente, de 13. Segundo testemunhas, a adolescente começou a agredir a vítima e estava sendo incentivada pela prima de 9 anos.

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