Menu
Busca domingo, 16 de junho de 2019
(67) 99647-9098
Polícia

Peritos identificam 22 novos tipos de drogas circulando em MS

Quase 70% dessas novas substâncias foram descobertas entre 2013 e 2017

27 fevereiro 2019 - 19h57Da redação com Dourados News

Em dois anos, foram identificados 22 novos tipos de drogas circulando em Mato Grosso do Sul. As análises foram feitas pelos peritos do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (Ialf) entre 2017 e 2018. Esse número sobe para 34 se levado em consideração que a equipe fez a primeira identificação em 2014.

A descoberta feita pela Perícia Oficial do Estado sobre essa nova atuação de traficantes repercutiu nacionalmente, com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) incluindo os entorpecentes em uma lista de alerta para autoridades de todo o Brasil e ainda reportando para instituições internacionais.

De acordo com o site Dourados News, as novas drogas foram identificadas como ADB-Fubinaca (do grupo canabinoides sintéticos); 4-Fluoro-PHP, Dibutilona, MDPPP e N-Etilpentilona (Efilona) – que são do grupo catinonas sintéticas -; ainda 25B-NBOH, 25B-NBOMe, 25C-NBF, 25C-NBOH, 25C-NBOMe, 25E-NBOH, 25I-NBF, 25I-NBOH, 25I-NBOMe, 25C-B, 2C-I, DOC (do grupo feniletilaminas); DMT, MIPT e N,N-Dimetiltriptamina (do grupo triptaminas); além de Fentanil e Furanilfentanil (do grupo outras substâncias psicodélicos, opioides, sedativos/hipnóticos, estimulantes).

As novas substâncias psicoativas (NSP) identificadas em MS foram apreendidas em diferentes ações das Polícias Civil, Militar e do Departamento de Operações de Fronteira (DOF). Quase 70% dessas novas substâncias foram descobertas entre 2013 e 2017.

No Brasil, o mercado ilegal se concentra em drogas do tipo feniletilaminas, canabinoides sintéticos, catinonas sintéticas, triptaminas, substâncias do tipo fenciclidina, substâncias de origem vegetal e outras substâncias (opioides, sedativas/hipnóticas, estimulantes e alucinógenas clássicas).

O uso dessas novas drogas pode causar convulsões, agitação, agressão, psicose aguda, desenvolvimento de dependência e até a morte. Ainda estão sendo realizados estudos para tentar identificar o potencial de risco para causar câncer e o nível de toxicidade desses novos entorpecentes. “A identidade da droga consumida é, por vezes, desconhecida ou mascarada, levando a efeitos imprevisíveis”, aponta a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O resultado disso na saúde pública é o atendimento de emergências em hospitais.

Deixe seu Comentário

Leia Também

Polícia
Jovem é morta a tiros em Ponta Porã e corpo é encontrado em estrada
Polícia
Com cinco mortes em uma semana, órgãos realizam operação em Reserva Indígena
Polícia
Durante encontro amoroso, homem é morto por ex-marido de mulher
Polícia
Ex-secretário morre em acidente na MS-157
Polícia
Tio e sobrinho são mortos a golpes de facão
Polícia
Acadêmica tenta cancelar matrícula, é multada e agride coordenadora
Polícia
Após denúncia de agressão, homem tenta matar esposa
Polícia
Dupla é presa furtando refletores do monumento Maria Fumaça
Polícia
Em uma hora, pistoleiros matam três pessoas na fronteira
Polícia
"Tribunal do crime" teria sido o responsável por execução em Itaporã

Mais Lidas

Polícia
Durante encontro amoroso, homem é morto por ex-marido de mulher
Polícia
Ex-secretário morre em acidente na MS-157
Polícia
Tio e sobrinho são mortos a golpes de facão
Educação
Extrato de pagamento do Bolsa Família terá alerta sobre trabalho infantil