A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul concluiu que Ely da Silva Quevedo, morta no dia 13 de abril de 2026, na BR-163, em Campo Grande, saiu voluntariamente do carro em movimento antes de ser atropelada pelo próprio veículo.
A conclusão faz parte do inquérito conduzido pela 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (1ª DEAM), que reuniu imagens, perícias no automóvel, exames no corpo da vítima e análise da dinâmica do caso.
Segundo a investigação, não foram encontrados sinais de luta dentro do veículo, lesões defensivas ou qualquer indício de intervenção física do motorista. A perícia apontou que a morte ocorreu por ação exclusiva da vítima, afastando responsabilidade criminal do condutor.
O caso foi tratado inicialmente como possível feminicídio, seguindo protocolos de proteção à mulher e de apuração de mortes em contexto de relacionamento íntimo. No entanto, ao fim das investigações, a hipótese de crime doloso foi descartada.
A Polícia Civil informou ainda que detalhes adicionais não serão divulgados em respeito à vítima e aos familiares.
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