O senador Nelsinho Trad (PSD/ MS) negou qualquer negociação, envolvendo um processo seu com o desembargador Marcelo Rasslan, e o chefe das milícias em MS Jamil Name , que envolvesse compra de sentença.
O fato veio a tona , com o surgimento de uma folha de papel, apreendida na casa de Name pelo GAECO, durante operação de busca e apreensão.
O texto se assemelha a um contrato advocatício de exito (fac 1)
A folha rapidamente foi interpretada como "compra de sentença" , até pela proximidade de Jamil com alguns magistrados do TJ.
Uma busca porém , no site do Tribunal de Justiça , mais precisamente na ação 1411056-74.2019.8.12.0000, justamente a que versa sobre bloqueio de bens, e onde o desembargador Marcelo Rasslan é o julgador, mostra resultado completamente diferente do esperado.
Na verdade Rasslan nega o desbloqueio de bens (fac 2), quando deveria ser o contrario. Não ha registro de nenhum outro desbloqueio de bens beneficiando Nelsinho da parte do referido magistrado.
A ultima decisão do desembargador , contra Trad , assinada por Marcelo Rasslan , mantém o bloqueio de bens e é de 18 de setembro de 2019.
Nelsinho disse ao JD1, que "podem abrir o sigilo" da investigação, “não devo nada”. "Esse desembargador nunca julgou nada a meu favor", afirmou o senador.
Fac 1

Fac 2

Reportar Erro
Deixe seu Comentário
Leia Também

Polícia Legislativa vai investigar vazamento de dados de Vorcaro

Jerson Domingos se filia ao União Brasil e marca retorno ao cenário político

Aécio recebe lideranças de MS para definir cenário do PSDB no Estado

Projeto cria cadastro positivo e benefícios para quem paga impostos em dia

Câmara discute projetos sobre violência contra profissionais da saúde

Enorme orgulho, diz Lula sobre indicações do Brasil ao Oscar

Caracol e Guia Lopes recebem serviços da Justiça Eleitoral nesta semana

Especialista explica regras da pré-campanha e limites para candidatos

MPF pede condenação de Ratinho e SBT por falas contra Erika Hilton


O senador, Nelsinho Trad, declarou ao JD1 que não teme a abertura do sigilo da investigação, pois ele não deve nada (JD1 Notícias)



