Os servidores da prefeitura de Campo Grande e do Governo do Estado que participarem da paralisação marcada para esta sexta-feira (28) em todo o país contra a reforma da Previdência e trabalhista não terão o ponto cortado.
O prefeito Marquinhos Trad considerou a causa justa e disse que os servidores que aderirem ao protesto deverão compensar as horas não trabalhadas posteriormente.
Já o governador Reinaldo Azambuja entende que é necessário preservar os serviços públicos. “Nós temos uma determinação de que aquele faltar serviço deverá repor essas horas num outro dia. Aquele que não quiser repor terá o dia cortado, como é a regra dentro do Governo do Estado”, afirmou.
Sobre a paralisação
Programados para esta sexta-feira (28), protestos contra as reformas da Previdência e trabalhista devem fechar escolas, delegacias e o comércio, além de parar o transporte coletivo e atingir o funcionamento de postos de saúde e hospitais.
Serviços oferecidos pelos bancos, no último dia para a entrega da declaração do IR (Imposto de Renda), podem ser prejudicados e ao menos parte dos empregados dos Correios também deve parar.
O movimento é nacional e pretende, conforme diz o slogan lançado pelos movimentos sindicais, “parar o Brasil”.
No Estado, além do ato, marcado para começar às 8h na Praça Ary Coelho, em Campo Grande, sindicatos também estão planejando bloqueios em pontos estratégicos das rodovias federais e estaduais.
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