A vacina desenvolvida pela Pfizer em parceria com a alemã BioNTech contra a covid-19 foi capaz de neutralizar uma variante do coronavírus que está se espalhando rapidamente pelo Brasil, de acordo com um estudo de laboratório que foi publicado na revista científica New England Journal of Medicine na segunda-feira (7).
O sangue colhido de pessoas que receberam a vacina neutralizou uma versão fabricada do vírus que continha as mesmas mutações carregadas na porção espinhosa da altamente contagiosa variante P.1, identificada primeiramente no Brasil, concluiu o estudo conduzido por cientistas das empresas e do setor médico da Universidade do Texas.
Os cientistas disseram que a capacidade de neutralização era mais ou menos equivalente ao efeito da vacina em uma versão do ano passado e menos contagiosa do vírus.
Os espinhos, utilizados pelo vírus para adentrar as células humanas, são o principal alvo de muitas das vacinas contra a covid-19.
Em estudos publicados anteriormente, a Pfizer havia concluído que sua vacina neutralizava outras variantes mais contagiosas identificadas primeiramente no Reino Unido e na África do Sul, embora a variante sul-africana possa reduzir os anticorpos protetores suscitados pela vacina.
A Pfizer tem afirmado que acredita que sua atual vacina ainda tem alta probabilidade de proteger contra a variante sul-africana. Entretanto, a farmacêutica está planejando uma terceira dose de reforço da vacina, assim como uma versão reformulada para combater a variante e assim entender melhor a resposta imunológica.
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