O Laboratório Central de Mato Grosso do Sul (Lacen/MS), iniciará, nos próximos dias, os exames específicos para o novo coronavírus que atualmente são realizados pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL), em São Paulo. Para tanto, na segunda-feira, (9), o Ministério da Saúde enviou 10 kits que possibilitam a realização de 240 testes.
Na próxima semana a bioquímica Gislene Lichs, do Lacen/MS, irá para a Fiocruz, no Rio de Janeiro (RJ), onde fará um treinamento de dois dias sobre os procedimentos técnicos utilizados nos testes do coronavírus. Até o momento, o Laboratório Central de MS realiza exames para oito tipos de vírus respiratórios, entre eles o influenza.
Com a habilitação para o diagnóstico do coronavírus, não haverá necessidade de, após os testes no Estado, enviar as amostras para São Paulo, o que irá garantir mais agilidade no conhecimento dos resultados em casos suspeitos da nova doença.
O exame para o novo coronavírus é um teste de biologia molecular que identifica o material genético do vírus. A cada rodada, com cerca de 30 testes ao mesmo tempo, são utilizados um exemplar positivo e o outro negativo para controle. Na análise o laboratório utiliza amostras de secreções das vias respiratórias, do nariz e garganta. Esses materiais são coletados das pessoas com a suspeita da doença com o uso de swabs, um tipo hastes longas de plástico com algodões em suas pontas, ou aspirados por sonda.
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O Ministério da Saúde enviou 10 kits que possibilitam a realização de 240 testes (Divulgação)



