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Saúde

Programa vai tirar 1,2 mil pessoas da espera por cirurgia no SUS

Ação é fruto de uma emenda parlamentar do Nelsinho Trad

29 fevereiro 2020 - 10h45Jônathas Padilha, com informações da assessoria    atualizado em 29/02/2020 às 11h10

O hospital São Julião, em Campo Grande, receberá o aporte de R$ 2,3 milhões para que 1,2 mil pessoas que aguardam na fila do Sistema Único de Saúde (SUS) para realizarem cirurgias de hérnia ou colecistectomia (vesícula). Ação é fruto de uma emenda parlamentar do senador Nelsinho Trad.

A previsão é de que até dezembro deste ano, ao menos 1,2 mil pessoas que estão na fila do SUS sejam beneficiadas pelo programa de cirurgia eletivas por videolaparoscopia.

O anúncio e a formalização do repasse ocorreram no fim da tarde dessa sexta-feira (28) no gabinete do prefeito Marquinhos Trad, que contou com a presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

De acordo com o diretor-administrativo do hospital São Julião, Amilton Alvarenga, a expectativa é de que as cirurgias sejam iniciadas já em março. “Iremos receber essa demanda que está sendo filtrada pelo município e a partir de então vamos começar a agendar as cirurgias. A previsão é de que conseguimos manter a média de 100 a 120 cirurgias por mês”, disse.

O senador Nelsinho Trad disse que a expectativa é atender as necessidades da população. “Através de iniciativas como esta construída em conjunto é possível beneficiar milhares de pessoas que estão aguardando há muito tempo por uma cirurgia”.

O secretário municipal de Saúde, José Mauro Filho, destacou a importância dessa parceria. “Esse programa é extremamente importante porque vamos conseguir atender essas pessoas que estão ai há mais de três anos esperando. Uma cirurgia menos evasiva, feita por video, com possibilidade de recuperação mais rápida.”

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou dos riscos que esses pacientes estão passando. “A cirurgia deve ser feita no tempo certo. Se um paciente está com uma hérnia estrangulada, por exemplo, ele pode ter complicação severas e parar no CTI. Isso traz riscos a ele e também acaba onerando o município, pois a conta fica mais cara. Se você atender esse paciente dentro da sua necessidade, não há esse agravante”.

Mandetta também evidenciou o legado da unidade hospitalar para o Estado. “O hospital São Julião é representativo para Mato Grosso do Sul, em especial para Campo Grande. Existe um legado construído através do trabalho da irmã Sílvia (Vecellio) nas últimas décadas, que precisa ser reconhecido como excelência”, finaliza.

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