Após o presidente do Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), professor Lucílio Nobre, se pronunciar sobre a segurança da categoria na volta as aulas defendendo a prioridade dos trabalhadores e trabalhadoras da educação na campanha de vacinação contra a Covid-19.
O secretario Municipal de Saúde, José Mauro esclareceu que o assunto é de nível nacional, já que os professores não estão no grupo de prioridades para vacina no Estado, porém há projetos de leis em outras unidades da federação que inclui o profissional na lista de prioritários.
“Existe o Plano Nacional de Imunização (PNI) que direciona esse público alvo, no caso, os professores estão na quarta fase, entendo que haverá necessidade realmente de rever isso, agora uma vez não havendo vacinas não adianta priorizar segmento a, b, ou c, que não haverá a vacinação”.
Segundo o secretário, o que pode acontecer é a vacinação de pacientes acima de 60 anos, em qualquer grupo de risco pois a letalidade é 78%. Foi necessária uma conversa com os conselhos de saúde, medicina, farmácia, odontologia, e decidimos fazer a vacinação dos trabalhadores da saúde acima de 60 anos devido a escassez de vacinas porque é o público mais letal, é uma estratégia que o município está adotando e está dentro da norma do PNI”.
De acordo com José Mauro, a norma é ampla, permite alguns acordos para permitir um melhor encaminhamento devido a quantidade muito pequena de vacina.
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