A 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande realiza nesta terça-feira (23) o julgamento de Thiago Cristaldo Alves, de 41 anos, acusado de matar Luiz Satiro de Camargo, de 58 anos, em novembro de 2018.
O caso aconteceu em um bar localizado na rua Carlos de Carvalho, esquina com a rua Duas Vilas, no bairro Coronel Antonino. Segundo a denúncia, a vítima jogava sinuca quando foi atacada pelo acusado, que desferiu um golpe de faca. Após o crime, Thiago deixou o local sem prestar socorro.
O julgamento ocorre sob a presidência do juiz Carlos Alberto Garcete. Thiago está foragido desde julho de 2019, quando teve a prisão decretada, e o processo seguirá sem a presença dele.
Quaisquer informações sobre o paradeiro do acusado podem ser comunicadas às forças de segurança pelo telefone 190. O resultado do julgamento está previsto para ser divulgado ainda hoje, sendo a defesa do réu realizada pela Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso do Sul (DPGE-MS).
Como funciona o júri popular?
O júri popular é previsto na Constituição Federal como garantia individual para o julgamento de crimes dolosos contra a vida. Ele funciona em duas fases.
A primeira é a instrução processual, em que se produzem provas e se decide se o caso vai ou não a julgamento.
A segunda é o julgamento em si, realizado por sete jurados escolhidos entre 25 convocados para a sessão. Essas pessoas, que não são juízes de carreira, formam o Conselho de Sentença e decidem o destino do réu.
No plenário, são ouvidas as testemunhas de acusação e defesa, e depois o réu. Em seguida, acusação e defesa apresentam seus argumentos, podendo haver réplica e tréplica.
Depois, os jurados votam de forma sigilosa respondendo “sim” ou “não” aos quesitos apresentados pelo juiz. O magistrado anuncia a decisão final, que deve respeitar o que foi decidido pelos jurados.
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Local do crime - (Foto: Reprodução/Processo)


