O resgate e manutenção da história cultural de Campo Grande, através da revitalização de praças, prédios e monumentos históricos, está entre as 55 metas previstas no Plano de Governo do prefeito Marquinhos Trad.
A nova gestão de Marquinhos vai implantar um cronograma de fiscalização periódica dos bens tombados do Município e criar um plano de gestão de acervos artísticos, iconográficos, paisagísticos, documentais, bibliográficos, monumentais, entre outros.
Entre as medidas a serem adotadas, está à adequação das instalações do Museu José Antônio Pereira, na região do Bairro Los Angeles, com medidas de prevenção a sinistros e proteção do patrimônio cultural.
Espaços históricos emblemáticos como a Praça Aquidauana, no Bairro Amambaí, e as praças do Rádio e Imigrantes, ambas na região central, serão revitalizados, assim como o Teatro Municipal José Otávio Guizo e a Escola Izauro Bento, no Distrito de Anhanduí. O Arquivo Histórico de Campo Grande (ARCA) terá nova sede.
Dentro do processo de resgate documental da história de Campo Grande, está prevista a digitalização de todos os documentos existentes no acervo da ARCA, que posteriormente poderão ser disponibilizados ao público em geral. A medida deve beneficiar estudantes e a classe acadêmica, sendo um vasto e único campo de pesquisa.
A instituição de um plano de captação de recursos para recuperação e preservação do patrimônio histórico-cultural e a ampliação do ‘Projeto de Educação Patrimonial, de Inclusão, Preservação e Valorização do Patrimônio Cultural’ para todas as escolas municipais e outros públicos, também estão previstas dentro das metas para o setor.
Marquinhos Fez
O resgate e valorização do patrimônio cultural é uma das marcas da atual gestão do prefeito Marquinhos Trad. Nos últimos quatro anos, a cidade fortaleceu a sua identidade cultural graças a uma série de iniciativas adotadas.
O projeto “Reviva Cultura” divulga artistas, proporciona lazer, arte e cultura para a população, favorecendo o aumento nas vendas na região. A ideia é colocar o evento no calendário da cidade, com edições mensais, oferecendo espaço para a literatura, gastronomia, artesanato, recreação para crianças e adultos, doação de animais e serviços públicos, além de uma agenda de atrações musicais e dança. Foram realizadas 12 edições, atraindo público de 20 mil pessoas, com proposta de despertar o sentimento de cada cidadão de querer fazer parte da região central, que passou por uma grande revitalização, cujo projeto terá continuidade.
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O Arquivo Histórico de Campo Grande (ARCA) terá nova sede. (Reprodução/Assessoria)



