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Pai de família precisa de ajuda para pagar tratamento de R$ 1,8 milhão

O câncer é agressivo e o tratamento só está disponível nos Estados Unidos

11 abril 2019 - 14h34Priscilla Porangaba

O esposo e pai de três filhos Alexandre Francisco de Oliveira, 37 anos, descobriu um tipo agressivo de câncer após voltar a andar de bicicleta, em março de 2018.

Com pouco mais de um ano de descoberta da doença, a família aposta em “vaquinhas solidárias", rifas e doações para levantar o valor de R$ 1,8 milhão para realizar o tratamento nos Estados Unidos.

Após emagrecer sete quilos em um mês, ter dores nas costas, cansaço exagerado e sudorese, a esposa e enfermeira Patrícia Delamare Cardoso de Oliveira, 35 anos, ajudou o marido a diagnosticar o quadro de saúde dele.

Durante o banho, a mulher identificou uma massa irregular apalpando o estômago do marido. “A massa preenchia a palma da minha mão, na hora entrei em estado de choque e só conseguia pensar nas crianças”, contou Patrícia.

O casal procurou ajuda médica e após exames de sangue, tomografias e biópsia descobriram que o homem possui um câncer de crescimento rápido chamado de “Linfoma não-Hodking”.

O vendedor passou por seis ciclos de quimioterapia convencional, com intervalos de 21 dias para o primeiro protocolo, o R-CHOP. A massa chegou a diminuir, porém ao repetir o exame teria voltado ao tamanho normal. Alexandre precisou iniciar um segundo protocolo mais agressivo, porém a massa e atividade neoplásica continuaram a crescer.

As quimioterapias convencionais não tiveram sucesso, e então a família foi orientada a procurar ajuda de profissionais em São Paulo, onde médicos apresentaram a tecnologia chamada Car-T Cell, como o melhor tratamento para a doença, mas que só está disponível nos Estados Unidos. 

Em uma semana, a família conseguiu o valor de R$ 60 mil reais e três rifas que estão em andamento. Eles também ganharam um quadro e uma churrasqueira para vender ou rifar. “Já que temos que partir para a luta, que seja o certo, mesmo com esse valor milionário”, diz a enfermeira.

"A idéia é que muitos ajudem em pequena quantidade, se pensarmos no número de habitantes da capital, se cada um ajudar com R$ 1 ou R$ 2, seriam 1 milhão e 800 mil corações solidários e teríamos o montante”, argumenta Patrícia.

Alexandre se enche de felicidade e esperança, “estamos muito emotivos com tanta demonstração de carinho de amigos e familiares” comenta a enfermeira.

Para mais informações e dúvidas de como ajudar, os interessados pdem entrar em contato com família pelo email [email protected]

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