Para entrar em um acordo entre às academias de exercícios físicos e os clientes sobre o contrato de serviços durante a interrupção das atividades para evitar a disseminação do Coronavirus a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon-MS) se reuniu com presidentes de associações que representam os profissionais do setor e com o presidente da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte) Marcelo Miranda.
Após várias discussões, foi concluído que a melhor saída é orientar as pessoas a manterem os créditos com as entidades para utilização após ser autorizado o reinício das atividades prestadas pelas academias, além das reposições das aulas perdidas.
Os casos especiais devem ser tratados individualmente, garantindo o direito do consumidor. Para Marcelo Salomão, superintendente do Procon-MS é necessário ter bom senso. "Uma vez que não se pode responsabilizar ninguém pela interrupção de serviços, a melhor saída é o entendimento. Temos que levar em conta o estado de calamidade que se instalou e, além disso, cabe a todos nós colaborar para a manutenção dos empregos”,explicou.
Salomão esclarece que as academias devem oferecer 100% do contrato firmado aos consumidores após o período de isolamento social, para que os consumidores não tenham prejuízos na relação contratual.
Além do superintendente do Procon-MS, participaram da reunião o diretor presidente da Fundesporte, Marcelo Miranda, o presidente do Conselho Regional de Educação Física (Cref 11), Joacyr Lima de Oliveira Júnior; Arethusa Mussi Salomão de Avelar, representando a Associação Brasileira de Academias (ACAD); Renato Furlaneto Bernardinis presidente da Associação das Academias de Mato Grosso do Sul e, Diego B. de Souza, empresário do ramo de academias em Campo Grande.
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Salomão esclarece que as academias devem oferecer 100% do contrato firmado aos consumidores (Reprodução/Internet)


