Milhares de consumidores de energia elétrica de quase todos os municípios de Mato Grosso do Sul, estão revoltados com a Energisa pelo abusivo reajuste das tarifas. Existem inúmeros casos de aumento acima de 500% da média anual cobrada. Foi então que um grupo de amigos decidiu realizar um abaixo assinado/denúncia onde estão coletando assinaturas para enviar a Aneel, onde será solicitada uma auditoria e suspensão das cobranças.
As assinaturas estão sendo colhidas em todo o estado de Mato Grosso do Sul, mas “precisamos de voluntários nos municípios do interior para que nos ajudem também nessa coleta de assinaturas em pontos fixos nas cidades”, e assim que terminar de colher o maior número de assinaturas, será enviada até a Aneel para que ela tome as providências, pois precisamos de respostas, porque a várias pessoas estão deixando de comprar um arroz, um feijão, para conseguir pagar a conta, e isso não pode acontecer.
O empresário Venicio Leite, idealizador da campanha, deu um exemplo utilizando a sua própria conta de luz, “se você for pagar R$ 337,00 de luz, quando você olha no quadrinho da composição de consumo e vai observar que R$ 113,00 é tributos e encargos. Começamos o ano de 2018 com R$ 0,49 centavos e terminamos o ano com R$ 0,73 centavos, e 2019 iniciou com R$ 0,79 centavos de quilowatt-hora/mês.
O movimento popular "Energia Cara Não" pode ser acessado no Facebook onde os internautas podem realizar a assinatura online. Apesar da equipe não ser profissional, estão fazendo do jeito certo e na medida em que podem fazer, já que a maioria trabalha, a coleta de assinaturas, vai durar mais um mês, até ser enviada.
O líder do movimento disponibiliza seu contato (67 99153-0100) a todos os consumidores de MS, que queiram entrar em um grupo de WhatsApp para os devidos esclarecimentos e orientar sobre o assunto.
No próximo fim de semana, sábado e domingo, equipes vão coletar assinaturas nas feiras livres, feira central e nos altos da avenida Afonso Pena, na capital.
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Grupo coletando assinatura nos altos da avenida Afonso Pena, em Campo Grande (Divulgação)



