Aos 75 anos, o advogado Antônio Rivaldo Menezes de Araújo morreu na Capital vítima do novo coronavírus. Doutor Antônio, como era conhecido, deixa esposa e seis filhos, ele será sepultado no cemitério Cemitério Santo Antônio, em Campo Grande.
O Dr. Antonio Rivaldo Menezes de Araújo morreu de Covid-19. A informação foi dada pelo amigo Anizio Thiago através de uma rede social. "Acabo de perder meu grande amigo, lamentável, é uma situação muito angustiante, toda preocupação é pouco, ou muito necessária, pois a doença é real, não brinca." lamenta Anizio. Rivaldo atuava no ramo de atividade de Conselhos de Classe Profissionais.
Nota de falecimento da OAB/MS
É com extremo pesar que a Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), comunica o falecimento do Advogado Antônio Rivaldo Menezes de Araújo, de Campo Grande.
Doutor Antônio, aos 75 anos, deixa esposa e seis filhos, sendo dois advogados e uma bacharel. Com a carteira OAB/MS 1.072, ele tinha 47 anos de advocacia. Foi Juiz do TRE-MS, sendo membro nos biênios 1997-1999 e 2001-2003.
Foi Chefe de Gabinete do ex-prefeito de Campo Grande, Albino Coimbra Filho e Secretário Estadual do ex-governador Pedro Pedrossian.
Em 2011 recebeu o Prêmio “Medalha Legislativa do Mérito Advocatício”, que homenageia advogados campo-grandenses.
Para o Presidente da OAB/MS, Mansour Elias Karmouche, “o Dr. Antônio Rivaldo Menezes de Araújo foi um valoroso profissional. Uma pessoa de coragem e destemor, que contribui muito para o engrandecimento da advocacia. É uma grande perda para a nossa comunidade jurídica sul-mato-grossense”.
O Advogado Cleiry Antonio da Silva Avila, que foi Presidente do Tribunal de Ética e Disciplina (TED), na gestão 2012/2014, também lamentou a perda do amigo. “Eu trabalhei no escritório do Doutor Antônio Rivaldo Menezes de Araújo de 1995 a 2000. O Doutor Antônio Rivaldo marcou sua advocacia pela combatividade, sempre enfrentando os percalços que a profissão impõe aos advogados. Sempre exigiu o cumprimento das prerrogativas do Estatuto e defendendo fielmente os mandatos que foram conferidos pelos clientes”.
Ele lembra: “Certa vez, nos idos da década de 1980/1990, ao ser preterido em seu direito de obter uma certidão no Fórum da Justiça Federal, exigiu seu direito, discutiu com o servidor e o Juiz e chegou a ser preso. A OAB/MS interviu, e quando ele herói na Delegacia, chegaram imediatamente cerca de 50 advogados, ele foi liberado e a OAB/MS promoveu um desagravo público”.
A família informou que o sepultamento será entre 10h e 10h30 no Cemitério Santo Antônio, localizado na Av. Consolação – Vila Santa Dorotheia, Campo Grande.
A OAB/MS envida condolências aos familiares e amigos nesse momento de luto.
Reportar Erro
Deixe seu Comentário
Leia Também

Três magistrados disputam no TJMS vaga de desembargador deixada por Djailson de Souza

Abertura de congresso internacional sobre autismo reúne especialistas e público em Ponta Porã

PolÃcia descobre mercado usado no esquema de 'disk-drogas' e faz prisões em Campo Grande

Sindicato repudia boletim de ocorrência contra jornalista do JD1 após reportagem

SEC publica plano estadual para promover envelhecimento digno e combater o idadismo em MS

Detran-MS coloca 164 veÃculos em leilão com lances de até R$ 5 mil

Mega-Sena acumulada sorteia neste sábado prêmio de R$ 75 milhões

COP15 em Campo Grande terá esquema reforçado de segurança e mobilidade

NOTA DE ESCLARECIMENTO PÚBLICA







