Estabelecido como uma das prioridades no segundo mandato do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), o Plano de Demissão Voluntária (PDV), já tem seus principais itens.
O projeto que chega à Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul nesta terça-feira (19), atinge servidores públicos civil do Poder Executivo Estadual, de acordo com a convivência e oportunidade da administração pública.
O servidor que aderir terá incentivo de 130% do valor da remuneração mensal por ano de efetivo exercício, pagamento das férias e 13º e o pagamento da parcela patronal relativa à assistência médica por 12 meses, caso o servidor esteja vinculado a Cassems ou Unisaúde.
A forma de pagamento será a partir do mês subseqüente à publicação da exoneração. As parcelas serão corrigidas mensalmente pelo IPCA. O valor da parcela não vai exceder ao correspondente a remuneração bruta e a indenização estará sujeita à incidência da Previdência Social e Imposto de Renda.
Deixe seu Comentário
Leia Também

TJ não aceita tese de 'acidente' e mantém condenação por feminicídio na Capital

Mulher dá entrada ferida em hospital e companheiro é preso na rodoviária de Deodápolis

VÍDEO: Operação da PM em Rio Brilhante mira motos com escapamentos adulterados

VÍDEO: Monster truck atropela multidão na Colômbia e deixa 3 mortos e 38 feridos

Homem é socorrido após levar facada no pescoço em alojamento em Maracaju

TJMS mantém 51 anos de prisão a homem por estupro de enteados em Campo Grande

Hospital de Câncer Alfredo Abrão recebe equipamento de radioterapia de mais de R$ 10 milhões

Acidente de moto mata jovem de 19 anos no bairro São Conrado, em Campo Grande

Operação em Deodápolis prende envolvido com tráfico e apreende moto de 'delivery'

O Plano de Demissão Voluntária que será apresentado amanhã é uma das prioridades de Azambuja (Reprodução)


