O deputado estadual Capitão Contar, que está em processo de desfiliação do PSL, alegou perseguição de deputados bolsonaristas dentro da legenda. Além disso, por meio de nota divulgada nesta segunda-feira (3), o parlamentar alegou que os motivos para pedir o desligamento são inúmeros escândalos envolvendo o nome do partido.
“As argumentações para saída com justa causa sem perda do mandado estão na petição inicial, que traz como justificativa de seu desligamento motivos como a falta de transparência na prestação de contas da sigla, a candidatura de laranjas e a falta de compromisso com bandeiras, como combate à corrupção, transparência e respeito à população brasileira”, elencou.
Ainda conforme o texto, o parlamentar recebeu com estranheza a contestação do PSL que apontou, segundo ele, "alegações genéricas e relacionadas à parlamentares do âmbito federal, sem ligação com o mandato estadual". “A sigla, inclusive, pede o mandato do deputado e elenca testemunhas ligadas ao cenário nacional, dentre elas Rhiad Abdulahad, sócio da senadora Soraya Thronicke, que é presidente regional do PSL-MS. O pedido de desfiliação do PSL segue em análise no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul”, finalizou.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Câmara Municipal de Campo Grande vota três projetos e dois vetos em sessão desta quinta

ALEMS analisa projeto que cria campanha contra adultização infantil nas redes sociais

Projeto aposta em prevenção com ensino de primeiros socorros

Com serviços essenciais, MS Cidadão ultrapassa 2,4 mil atendimentos

Coronel David defende organização política e filiação ao PL

CPI troca membros, derruba relatório e acirra crise com STF

Deputados discutem atualização de símbolo de idosos

Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório no Supremo

Com brecha no regimento, Assembleia mantém blocos e evita nova divisão


Parlamentar alegou que os motivos para pedir o desligamento são inúmeros escândalos envolvendo o nome do partido (Assessoria/Divulgação)


