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Política

Com nova prisões decretadas, defesa de envolvidos em Lama Asfáltica fica sem informações

14 maio 2016 - 13h23Liziane Berrocal

No momento em que os advogados dos envolvidos na operação Lama Asfática esperavam a soltura dos suspeitos de desvios de recursos de obras públicas, um novo pedido de prisão foi decretado na noite de sexta-feira 13. A prisão preventiva – ou seja, sem prazo para findar, foi decretada pela juíza federal Monique Marchioli Leite, na noite de ontem (13). Com isso, devem permanecer presos Edson Giroto, João Amorim, Flávio Henrique Garcia, Ana Paula Amorim Dolzan, Rachel Rosa de Jesus Portela Giroto, Wilson Roberto Mariano de Oliveira, Mariane Mariano de Oliveira e Elza Cristina Araújo dos Santos.

Segundo o advogado Valeriano Fontoura que cuida da defesa de quatro envolvidos, nem os advogados sabem ainda as informações oficiais sobre o pedido de prisão. “Estamos tentando ter acesso aos autos, eles iriam ser solto hoje, e o alvará de soltura só sai quando está terminando de cumprir e nesse caso de prisão preventiva não há prazo”, explicou.

Como inicialmente Rachel Giroto, por ser advogada, Elza Cristina e Mariane Mariano passaram a cumprir a prisão em casa – prisão domiciliar, o advogado ainda não sabe como ficará a situação. Mariane deu a luz há pouco menos de um mês e Elza – que chegou a ser presa na primeira fase da investigação, está amamentando e deu a luz há três meses. “Eu não sei ainda, não tenho a decisão, eles nos deixaram as escuras, estou com a equipe buscando as informações”, explicou.

Na terça-feira (10) foram presos André Luiz Cance, Edson Giroto, João Amorim, Flávio Henrique Garcia, Ana Paula Amorim Dolzan, Ana Lúcia Amorim, Renata Amorim Agnoletto, Rachel Rosa de Jesus Portela Giroto, Wilson Roberto Mariano de Oliveira, Mariane Mariano de Oliveira, Ana Cristina Pereira da Silva, Maria Vilma Casanova, Hélio Yudi Komiyama, Evaldo Furrer Matos e Elza Cristina Araújo dos Santos. Também  foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensões em Presidente Prudente (SP), Tanabi (SP), Curitiba (PR), Maringá (PR), Campo Grande (MS) e Rio Negro (MS).

Também foi feita busca e apreensão no apartamento do ex-governador André Puccinelli (PMDB). Giroto foi secretário de obras de Puccinelli e era considerado seu ‘pupilo’ político. 

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