Durante a transmissão de cargo, o novo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que sua gestão será marcada pela redução de gastos. “Cada centavo economizado por esse ministério tem que ir para o objeto fim, que é a assistência. Não dá pra gastar dinheiro sem saber”, destacou.
Iniciando seu discurso, lembrando-se de sua infância em Campo Grande, sua formação e trajetória até a posse, agora como ministro, Mandetta recordou de quando o então candidato a Presidência da República, Jair Bolsonaro, o procurou para tomar conhecimento das demandas no setor da Saúde. “Disse a ele algumas de nossas teses mais caras, mais intensas, foi o único candidato que colocou em seu plano de governo que, para estruturar o SUS, nós trabalharemos com carreira”, ressaltou.
Com o desafio proposto pelo presidente, o ministro disse que vai, junto com sua equipe, cumprir um "desafio constitucional". “Saúde é um direito de todos e um dever do Estado, não tem retrocesso, não tem volta da nossa máxima constitucional, nós vamos cumprir a Constituição Brasileira”, reforçou.
Mandetta ressaltou que a atenção básica, as demandas primárias da saúde pública, será o norte do Sistema Único de Saúde. “Meu compromisso com a atenção básica é integral durante esse período no ministério”, afirmou. O ministro também falou sobre a saúde indígena onde defendeu um debate para melhorar o atendimento aos índios. “Acho que já erramos muito nesses 500 anos de história com a população indígena e não devemos mais errar por não assumirmos que temos que fazer um sistema extremamente humanitário, racional e tratar os índios como personagens e cidadãos do seu tempo”, concluiu.
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“Cada centavo economizado por esse ministério tem que ir para o objeto fim, que é a assistência”, afirmou o novo ministro da Saúde (Reprodução/Internet)



