O desembargados plantonista Sideni Soncini Pimentel deferiu o pedido de alvará de soltura do advogado Alexandre Franzoloso, preso na sexta-feira (27), durante operação Ormetá. De acordo com o documento representado pela advogada Silmara Salamia Gonçalves, "o paciente exerce atividade lícita, é primário, possui bons antecedentes, residência fixa e escritório profissional."
O argumento na liminar é de que Franzoloso estaria "sofrendo constrangimento ilegal praticado pelo Juiz de Direito da 7ª Vara Criminal de Competência Especial de Campo Grande/MS", conforme trecho.
A liminar saiu por volta de 12h30 deste sábado (28), decidindo o desembargador que "ante o exposto, defiro a liminar pleiteada, determinando a revogação da prisão temporária decretada em desfavor do paciente, advogado Alexandre Gonçalves Franzoloso, expedindo desde já o salvo conduto, e que caso o mesmo venha ser preso que seja expedido o alvará de soltura, servindo a presente como mandado, se por outro motivo não tiver que permanecer preso. Encerrado o horário do plantão, distribua-se a uma das Câmaras Criminais deste Tribunal de Justiça para regular processamento. Intimem-se."
Caso
Jamil Name e seu filho Jamil Name Filho foram presos na sexta-feira (27), durante a Operação Ormetá deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Garras), em Campo Grande.
Segundo narrativa veiculada na impetração, os fundamentos que justificaram a prisão preventiva de Alexandre Franzoloso consistem no fato de que o paciente faria parte de organização criminosa, responsável pelas "atividades de apoio", traduzidas em logística, segurança e suporte nas atividades ilícitas, e principalmente na ocultação de documentos pertinentes.
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Advogado estaria envolvido em atividades ilícitas, logística e ocultação de documentos (Reprodução/Facebook)


