A Prefeitura de Campo Grande abriu dois processos administrativos para apurar as irregularidades cometidas pelo Consórcio Guaicurus na última sexta-feira (15), que culminou em manifestação de usuários do transporte coletivo, no Terminal Morenão.
Um dos procedimentos está sendo feito pela Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) e outro pela Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg).
A Agereg vai apurar se houve quebra das cláusulas contratuais, que impõe as obrigações contra o Consórcio Guaicurus, caso tenha havido algum descumprimento contratual vai ser aplicada multa. A investigação terá como base a Lei n. 4584/2007 e se for comprovado o descumprimento, a multa pode chegar a R$ 22.976,67, de acordo com os cálculos da prefeitura.
Já com base nos equipamentos de georreferenciamento (GPS) instalados nos ônibus, o processo administrativo da Agetran verificou o que ocorreu com o ônibus da linha 072 (ônibus de nº 1262), que deveria chegar ao Terminal Morenão às 7h18, da sexta-feira (15).
Conforme o equipamento, foi constatado que o ônibus parou de funcionar próximo ao Terminal Hércules Maymone às 7h09. Às 7h15, um ônibus reserva (ônibus de nº 1314) começou a circular para dar continuidade ao serviço de sistema integrado do transporte coletivo. Como o veículo deixou de funcionar próximo ao Terminal Hércules Maymone, as pessoas que estavam no ônibus foram encaminhadas para este terminal e seguiram viagem.
O ônibus reserva que foi acionado chegou ao local onde o outro veículo estava quebrado e ao invés de seguir para o Terminal Morenão, que seria o percurso programado, voltou para o Terminal Nova Bahia, por determinação do Consorcio Guaicurus. Omitindo assim, a chegada e saída previstas no Terminal Morenão.
A operação do sistema integrado do transporte coletivo voltou à normalidade às 7h53, com cerca de 35 minutos de atraso, já que a linha que quebrou deveria estar no local às 7h18.
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Multa contra a empresa responsável pelo transporte público pode chegar a R$ 22 mil (Reprodução)



