O defensor público-geral de Mato Grosso do Sul, Fábio Rombi, considera o fechamento dos serviços considerados não essenciais por 14 dias em Campo Grande, necessário.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Rombi reconheceu que o lockdown é uma medida “amarga”, porém, o avanço do novo coronavírus na capital faz e as taxas cobra uma ação imediata. “Campo Grande vem registrando números cada vez mais crescentes de infecção com coronavírus, muitas pessoas que apresentam sintomas mais graves da doença necessitam de leitos de UTI. Ontem, na rede SUS, atingiu-se o patamar de 93.47% deles ocupados. Uma taxa que passa dos 80% já é preocupante”, disse.
Rombi ainda citou que a medida é recomendada por especialistas que e que os efeitos benéficos do lockdown surtirão efeitos em duas ou três semanas. “Estudos matemáticos com professores da UFMS registram que se não houver diminuição na velocidade do contágio, no dia 21 de agosto a rede pública de Campo Grande entra em colapso, portanto, devemos agir agora”, enfatizou.
O defensor público-geral comanda a petição para o fechamento da cidade por 14 dias. A ação corre na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande.
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