A Polícia Militar Ambiental (PMA) de Dourados realizou na região do Parque Estadual das Várzeas do rio Ivinhema e Rio Brilhante, uma operação iniciada no domingo (3) e encerrada nesta sexta-feira (8), e autuou quatro turistas por pesca ilegal.
A PMA havia realizado fiscalizações durante períodos de feriados prolongados, mas alguns pescadores deixam as festas acabarem para praticar a pesca irregular.
No município de Ivinhema, nas imediações do Parque Estadual das Várzeas do rio Ivinhema (PEVRI), uma equipe prendeu um catarinense por pesca predatória. O infrator de 57 anos, havia capturado 24 kg de pescado, havendo exemplares de peixes abaixo da medida permitida pela legislação. Havia exemplar de pintado com 72 centímetros, quando o tamanho mínimo de captura para a espécie é de 90 centímetros.
O pescado, um barco e um motor de popa foram apreendidos. O infrator responderá por crime ambiental de pesca predatória. A pena para o crime é de um a três anos de detenção. A PMA lavrou um auto de infração administrativo e aplicou multa de R$ 1.180,00 contra o autuado. O pescado será doado para instituições filantrópicas depois de periciado.
Rio Brilhante
Outra equipe que trabalhou no Rio Brilhante autuou três pescadores por pesca ilegal e apreendeu embarcações e diversos petrechos de pesca ilegais. Três paranaenses, de 38, 41 e 52 anos, foram autuados por pescarem embarcados sem licença ambiental. Com os pescadores foram apreendidos um barco, um motor de popa, quatro molinetes e carretilhas com varas. Eles não haviam capturado nenhum pescado ainda.
Os policiais efetuaram autos de infrações administrativos e aplicaram multa no valor total de R$ 900,00. A pesca sem licença não é crime ambiental. Trata-se somente infração administrativa. Logo que sejam pagas as multas, os pescadores poderão ter os materiais restituídos.
Durante a operação nos dois rios, os policiais ainda retiraram cinco redes de pesca, 29 anzóis de galho, dois espinheis com 15 anzóis cada um, e seis covos (armadilhas). Vários peixes que estavam vivos nos petrechos foram soltos.
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Alguns pescadores deixam as festas acabarem para praticar a pesca irregular (Divulgação/PMA)



