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Setor produtivo e Fiems discutem diretrizes para o FCO 2020

O tema foi discutido na manhã desta segunda-feira na Casa da Indústria

17 junho 2019 - 17h38Mauro Silva, com informações da assessoria

Representantes do setor produtivo juntamente com a Fiems se reuniram nesta segunda-feira[ (17) na Casa da Indústria, em Campo Grande, para alinhar  propostas e diretrizes relacionadas ao FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) em 2020.

A pauta definida em conjunto pelas entidades será apresentada à Sudeco (Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste) durante a reunião técnica anual do órgão, que será realizada no próximo dia 25 de junho  também na Casa da Indústria.

A reunião anual da Sudeco tem como objetivo conhecer as demandas do setor produtivo local antes de estabelecer as diretrizes do FCO para o ano posterior, de modo a contemplar empresários da indústria e do agronegócio em busca de recursos para fomentar seus negócios e empreendimentos.

“Essa reunião que realizamos antes da reunião técnica anual é fundamental porque com base nas propostas de cada entidade é que a Sudeco decide quais vão entrar em vigor no próximo ano”, afirma a vice-presidente da Fiems, Cláudia Pinedo Zottos Volpini.

“Os empresários da indústria, bem como os outros setores, estarão contemplados casos nossas sugestões sejam incorporadas”, acrescentou.

A coordenadora de incentivos fiscais e financiamentos da Semagro (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), Eli Sandra Francisco, acrescentou a importância da representação dos setores na elaboração das diretrizes do FCO.

"A elaboração da carta-consulta é feita após um processo conjunto, com ampla participação das entidades, e de maneira bastante detalhada. Tudo pensado de forma a resolver problemas do empresário e subsidiar empreendimentos e ações que contribuem para o desenvolvimento do Estado", afirmou.

Também participaram da reunião na Casa da Indústria representantes do Sebrae/MS, Famasul, Sedhast (Secretaria Estadual de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho) e do Banco do Brasil, que gerencia os recursos do FCO em Mato Grosso do Sul.

Roberto Carlos

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