A Justiça deve arquivar a investigação sobre a morte de Nicki Iron Cabral da Silva, ocorrida em 20 de janeiro de 2024, durante confronto com policiais militares do Batalhão de Choque (BPChoque), em Campo Grande. O parecer favorável do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) concluiu que os policiais agiram em legítima defesa, excluindo qualquer ilicitude nas ações.
Nicki, de 25 anos, conhecido como "Anjo da Morte", foi abordado por policiais enquanto dirigia uma moto sem capacete na região da Moreninha. Durante a abordagem, ele resistiu e atirou contra os policiais, resultando em uma troca de tiros. Ele foi atingido e morreu, após ser socorrido.
A investigação, conduzida pela Polícia Militar, não contou com imagens que pudessem confirmar os relatos, mas as provas periciais, documentos e depoimentos estavam em conformidade com a versão dos policiais, como descrito no Boletim de Ocorrência. A Polícia Militar concluiu que houve legítima defesa.
O promotor José Arturo Iunes Bobadilla Garcia, da 18ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, concordou com o arquivamento da investigação. A decisão foi tomada com base no Código de Processo Penal.
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Nicki era conhecido como 'anjo da morte' da facção (Divulgação)



