O promotor de Justiça Marco Amarilha, que conduz a investigação sobre a execução do jornalista brasileiro Léo Veras, conversou com a esposa da vítima, que relatou a suposta despedida nos últimos dias de sua vida.
Amarilha acrescentou que o relato da esposa aponta para a preocupação e tensão do jornalista, o que implica que ele teria recebido ameaças da máfia da fronteira.
Objetos apreendidos como celular podem nortear o esclarecimento do caso. Veras foi morto por pistoleiros na noite de quarta-feira (12). Ele estava em sua casa com a esposa. O jornalista foi atingido nas costas, o que mostra que ele tentou fugir dos criminosos.
“A viúva e do sogro de Veras contaram que um veículo chegou na esquina da casa e duas pessoas desceram. Os dois estavam armados. A família estava prestes a jantar, quando os pistoleiros efetuaram os disparos. O último tiro teria acertado a cabeça da vítima”, relatou o promotor.
Uma força tarefa com membros do Ministério Público, unidade anti-sequestro e Polícia Nacional do Paraguai atuam para esclarecer o crime.
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O jornalista Leo Veras era dono do site Porã News (Reprodução)



