O processo de retirada dos sedimentos, que deixaram o lago principal do Parque das Nações Indígenas irreconhecível, foi encerrado nesta quinta-feira (15) restando apenas alguns acabamentos como, nivelamento de alguns pontos, replantio de grama, reparos em meio fio e aplicação de capa asfáltica nas cabeceiras das pontes de travessia.
Ao JD1 Notícias, o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), Rudi Fiorese, associou a entrega antecipada à estiagem e ao empenho dos trabalhadores. “Conseguimos desenvolver bem o serviço, o tempo também ajudou porque choveu pouco e a gente fez uma grande força tarefa com 6 escavadeiras hidráulicas e 30 caminhões”, disse.
Encerrada esta fase, o lago será entregue oficialmente ao Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), que fará reparos nas paredes de gabião no entorno do espelho d’água. Fechadas as comportas para que o lago seja cheio de água novamente.
Sedimentos retirados
Do lago principal, que se espalha por 5 hectares, foram retirados aproximadamente 115 mil metros de cúbicos de areia, o que exigiu 11 mil viagens de caminhão. O trabalho no lago menor, iniciado dia 11 de junho, terminou duas semanas depois, dia 25. Foram retirados 15.474 metros cúbicos de areia, exigindo 1.500 viagens de caminhão.
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Agora, o Imasul assume os serviços, segundo o secretário Rudi Fiorese (reprodução)



