O número de pessoas suspeitas de contaminação pelo coronavírus no Brasil não teve alteração em relação a domingo (16), continuando em três casos. Dois pacientes estão em São Paulo e um no Rio Grande do Sul, onde são monitorados. Os três ainda não tiveram as amostras analisadas pelos laboratórios de referência.
O secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, afirmou que os três casos são recentes, dois deles ainda estão sendo analisados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e um está sendo encaminhado do Lacen para nosso laboratório especializado.
É possível que os casos sejam descartados para coronavírus ainda no Lacen ou que necessitem de uma análise mais detalhada, como é o caso de um dos pacientes.
O ministério manteve sua política em relação ao carnaval. Gabbardo não sugeriu nenhum cuidado específico para o período. “Nada específico em relação ao coronavírus, uma vez que não temos, até o momento, a circulação do vírus no país. As recomendações são gerais. Não há nenhuma recomendação específica. E que todos possam ter um carnaval com bastante tranquilidade”, disse.
O Ministério da Saúde não afasta a possibilidade de autorizar o fim da quarentena para os tripulantes e demais pessoas que saíram do país nos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para resgatar brasileiros em Wuhan, região considerada epicentro do vírus.
Segundo Gabbardo, será feito um novo exame nesta segunda-feira (17), que deve ficar pronto até quarta-feira (19). Até essa data, será tomada uma decisão em relação a essas pessoas. “Vamos aguardar o resultado desses exames para anunciar se eles vão permanecer até o final ou se poderão sair antes da quarentena. Essa questão está sendo analisada pelo Ministério da Saúde junto com o Ministério da Defesa”, assegurou.
Ele frisou que a possibilidade de redução no tempo de quarentena não é considerada, até o momento, para os brasileiros que estavam em Wuhan e foram resgatados pelo governo brasileiro. A princípio, o período de 18 dias deverá ser cumprido por esse grupo.
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O secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, afirmou que os três casos são recentes (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)


