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Justiça

TJ mantém milícia presa e grupo deve seguir para presídio federal em Mossoró

O advogado de Jamil Name, Renê Siufi, disse que vai recorrer ao STJ

15 outubro 2019 - 15h56Joíson Francelino e Mauro Silva    atualizado em 15/10/2019 às 16h39

Com 3 votos a 0, a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS) acaba de negar habeas corpus em favor do empresário Jamil Name e Jamil Name Filho, o Jamilzinho.

Com a negativa, os dois continuarão presos no Presídio Federal de Campo Grande, sob Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), onde aguardam transferência para o Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Pai e filho, além de Marcio Cavalcanti da Silva, o ‘Corno’, e o policial civil aposentado Vladenilson Daniel Olmedo, o ‘Vlade’, estavam detidos no Centro de Triagem Anízio Lima, mas foram transferidos, no último sábado (12), para a unidade federal por ameaças a testemunhas e planejar a morte do titular da Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assalto e Sequestro (GARRAS), delegado Fábio Peró.

No RDD, os quatro ficam isolados e não podem receber visitas. Esse é o mesmo regime na qual criminosos de alta periculosidade, como o traficante Fernandinho Beira-Mar, são submetidos. 

Votos

Votaram contra o habeas corpus os desembargadores, José Ali Ahmed Neto, Luiz Gonzaga Mendes Marques e o juiz, Waldir Marques (relator do HC).

O advogado de Jamil Name, Renê Siufi, afirmou que vai tentar mais um hc no Superior Tribunal de Justiça (STJ). “É o caminho que temos e vamos batalhar até o final. Temos argumentos fortes, acredito que o STJ vai analisar com cuidado esta questão”, disse.

 

 

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